Ronco e Apneia do Sono - Dr. Luiz Felipe Lira de Moraes

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Ronco e Apneia do Sono

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Ronco e Apneia do Sono

Ronco é normal?

O ronco, presente nas noites de boa parte das pessoas (direta ou indiretamente), não deve ser encarado como algo normal. Por trás dele podem estar outros problemas mais sérios, com consequências importantes a curto e a longo prazo.

O ronco pode aparecer como sinal isolado (ronco primário) ou relacionado a distúrbios respiratórios do sono, tais como a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono.

 

O que é a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono?

A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono é uma patologia na qual ocorrem pausas respiratórias totais (apneias) ou parciais (hipopneias), que se apresentam juntamente a outros sinais e sintomas como o próprio ronco, engasgo, sufocamento noturno, sono fragmentado e não-reparador, necessidade de urinar durante a noite (nictúria), sonolência excessiva diurna, cansaço, alteração de concentração e memória durante o dia, alterações de humor, dores de cabeça pela manhã, dentre outros.
É causada por diversos fatores, desde gênero (mais predominante no sexo masculino e em mulheres após menopausa), idade, obesidade, fatores obstrutivos nasais, craniofaciais (relacionadas ao desenvolvimento de maxila e mandíbula), em faringe, base de língua, laringe e vias aéreas inferiores. Pode estar associada a diversas alterações e disfunções de vários outros órgãos e sistemas, como doenças cardiovasculares (hipertensão arterial sistêmica, cardiopatias, arritmias, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral), transtornos do humor (como ansiedade e depressão) distúrbios hormonais e metabólicos (incluindo disfunção sexual, obesidade, diabetes, hipotireoidismo e alterações do crescimento em crianças).

 

Como se diagnostica a Apneia do Sono?

O diagnóstico da Síndrome da  Apneia do Obstrutiva do Sono é confirmado a partir de um exame chamado de polissonografia, no qual, a partir de monitorização de sinais respiratórios, neurológicos e/ou cardiológicos/oxigenação, são detectados os eventos de ronco, apneia, hipopneia e esforço respiratório.

 

Não deixe de lado o ronco!!!

Todo ronco merece a devida a atenção e, de acordo com a associação com a Apneia do Sono, sua gravidade e peculiaridade de cada caso, os tratamentos serão realizados especificamente para cada paciente. Medidas comportamentais e de higiene do sono, perda de peso, tratamentos cirúrgicos e não-cirúrgicos como fonoterapia, fisioterapia, uso de aparelho intraoral e aparelhos de pressão positiva como o CPAP podem ser indicados individualmente ou de forma combinada, sendo este último considerado o padrão-ouro.

O ronco não é apenas um problema de quem ouve. A Apneia do Sono é um problema que merece ser avaliado e dado o seu devido tratamento. Cuide-se!!!